Arquivo de janeiro, 2011

Amor de mãe

Publicado: janeiro 31, 2011 por blogdapresbi em Mensagens



Existe um seriado que eu adoro, que se chama “The middle”. É o cotidiano de uma família muito doida, contado sob o ponto de vista da mãe. E isto me fez pensar que coisa mais curiosa é isso que a gente chama de amor de mãe…Não sou mãe, então digo essas coisas todas com a propriedade de uma filha compartilhando sua própria experiência com a mãe.

Uma mãe pode amar tanto o seu filho, que chega a doer (pelo menos a minha mãe sempre dizia “te amo tanto que até dói”).

Ela pode achar que seus filhos têm todos os tipos de defeitos, mas fale mal de algum deles pra você ver…!

Mães se desdobram em mil pra poder dar conta da casa, do marido, do emprego, dos filhos, do peixinho do filho do meio que insiste em pular pra fora do aquário, dos trabalhos de escola de última hora, das crises de identidade da filha adolescente…

Mãe não pode ficar doente. Fato.

Minha mãe fazia de tudo pra conseguir sair do trabalho no dia do Mackenzie pra ir ver minhas apresentações, que normalmente eram dar cambalhotas ou estrelas. Ela sabia que era importante pra mim que ela estivesse lá.

Mãe fica nervosa quando vê seu filho já grande fazendo alguma coisa que não vai dar certo. Ela acompanha, ela vê, ela sabe, e ela sofre. Mas ela precisa deixá-lo aprender por si mesmo.

Posso brigar feio com a minha mãe, mas se eu voltar chorando pra ela e pedir desculpas, ela vai me abraçar e me perdoar. Amor incondicional de mãe.

Mas uma das coisas que acho mais curiosas é: já viu uma mãe falando de sua época de gravidez? São os 9 meses que ninguém jamais gostaria de ter. Enjôos, dores, hormônios a flor da pele, e uma coisinha pequena crescendo dentro dela, que no final das contas vai ter uns 3 quilos, mas pode acarretar em quilos extras para a mulher pelo resto da vida.
E a dor do parto? Dizem que é uma das piores dores físicas que uma pessoa pode sentir. Longas horas de dor e contrações, mais alguns dias de recuperação e cicatrização, e etc, etc.

E mesmo assim, uma mãe vai dizer que a gravidez é uma das épocas mais bonitas e gostosas da mulher, que vale a pena, e que ela faria tudo de novo.

E isso me leva a pensar…como é o amor de Deus pela gente. Deus nos ama tanto, que deu a vida por nós.

Imagino que as dores de parto não passem nem perto das dores de Jesus na cruz pra nos fazer nascer de novo. Que o peso de todos os nossos pecados seja muito maior do que todo o peso que uma mãe agüenta. Que naquele momento que a gente mais precisa, Ele faz questão de se mostrar presente mas que também Ele nos veja fazendo certas coisas e sofra calado, deixando a gente crescer. Que ele fique triste toda vez que brigamos com Ele, mas que Ele abra os braços e nos receba, toda vez que voltarmos chorando pra Ele, arrependidos.

Ironicamente eu vejo o amor de mãe em Deus, que a gente chama de Pai. E acho que…eu não podia esperar nada diferente Daquele que é o amor em pessoa, não é? (I Joao 4:8)

Larissa Trigo

 

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A Pipa e o Vento

Publicado: janeiro 28, 2011 por blogdapresbi em Mensagens

–       Gabriel?

(…)

–       GABRIEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEL!!!

–       Fala, Senhor, tô aqui!! Foi mal, tava cuidando dos preparativos para a sua viagem. Estamos todos muito animados.

–       Tudo bem. Você sempre soube que eu iria, rapaz. Não precisa ficar tão desesperado. Tudo vai dar certo, eu sei!

–       Há, vai ser demais!

–       Eu sei! Uma aventura e tanto, viu? Amigo, tenho que te pedir um favor, antes de embarcar. Preciso que você envie dois recados para mim. Anotei para que você não esquecesse. Imagina o que aconteceria com essas surpresas desavisadas.

–       Ok… ok.. mas o Senhor vai ter que me dizer quem são essas pessoas. Por ex, tem uma Maria aqui no meio. Quem é essa Maria? É aquela do João e da casa dos doces?

–       A noiva do José, lá de Belém, Gabriel. Não vá confundir isso!

–       Certo! Nossa, realmente, ela teria uma grande surpresa se eu esquecesse! Há, imagina que legal, ela acorda um dia e está grávida! E ainda por cima do Senhor!

–       Gabriel… foco, por favor.

–       Foi mal, Senhor! Tá, e o outro? Quem é esse tal de Zacarias?

–       O sacerdote.

–       Sacerdote? Ih, Senhor, seja um pouco mais específico.

–       É aquele marido da Isabel, aquele que sempre quis um filho.

–       O Senhor quer dizer que esse é O Zacarias?

–       Esse mesmo! Chegou a hora de responder a oração.

–       Mas Senhor… o tempo já passou, ele envelheceu…

–       E qual o problema?

–       Ah… Senhor, é que assim…

–       Assim…?

–       Ah, isso é meio constrangedor de falar com o Senhor.

–       Desembucha, Gabriel! Além do mais, Eu sei tudo. Não adianta não dizer. Mas você sabe que pode se sentir a vontade comigo para falar em qualquer assunto.

–       Bom… tudo bem, vou falar! É que assim… digamos… eh… ele já está bem velho… e…. bem, a pipa do vovô não sobe mais!

–       Ah, Gabriel.. você não conhece o poder do meu Vento?

Dedicado a todos aqueles que aguardam uma resposta mais rápida de oração e estão aprendendo a ver que o tempo do Senhor não é o nosso. Mas é sempre a hora certa.

Leo Alves

iBand

Publicado: janeiro 26, 2011 por blogdapresbi em Diversos

Se você é um Apple Freak, vale a pena conferir este video da North Point Community Church!

Criança 44

Publicado: janeiro 24, 2011 por leofilipealves em Sem categoria
Esse livro é um suspense daquele tipo best seller: fácil de ler, envolvente e tem tudo para virar filme. A única questão é que a censura do mesmo pode ser meio alta, pelo tanto de violência explícita que tem ao longo do livro. Daquele tipo que você sente na pele, arrepia, dói mesmo. Por isso, é um livro meio sofrido, não dá para ler quando você está triste ou deprimido.
A trama ocorre na antiga União Soviética, década de 50, pouco antes da morte de Stálin. Como pano de fundo temos o regime comunista / socialista (alguém que sabe o certo, por favor, comente) e eu realmente não sei o quanto disso podemos considerar histórico ou liberalidade do autor Tom Rob Smith, que é inglês. (Se for verdade, é um corroboração da explicação que meu pai fez sobre o comunismo quando eu era criança: é quando o governo manda outras pessoas morarem na sua casa, se tem quartos sobrando. No livro, os “privilegiados”, funcionários do governo, moravam em apartamentos exclusivos tão grandes quanto altos fossem seus cargos. Os “pobres” se acumulavam, e cada família, de 4-6 pessoas ficava em um cômodo).
Além das mazelas sociais, mostra todo o problema político de uma ditadura e o modo de pensar do “Partido”: tudo é uma ameaça ao governo, não é possível discordar do que ele diz, o ocidente é mau e o sistema judiciário é baseado na tortura e na delatação.
Gostei de ler esse livro do mesmo jeito que eu gosto de ler livros sobre a China, que assim como a Rússia – URSS teve uma história moderna bem diferente da nossa principalmente pela ideologia do governo (ditadura e supressão da liberdade nós tivemos aqui também, eu sei, mas a escala lá é de outro nível). Por mais que a literatura me torne mais sensível e me marque mais do que uma simples aula de história a realidade do que aconteceu, é difícil saber se tudo é realidade (já que eu não costumo consultar outras fontes).
Para não dizer que eu não falei das flores, ou melhor, da história realmente do livro, aí vai: o personagem principal é Liev, um investigador do alto escalão da polícia soviética. Ele fica sabendo que uma das pessoas da sua equipe acredita que o filho pequeno morreu assassinado. Mas não existem assassinatos na comunidade perfeita comunista, então, ele é quem vai falar para a família que o garoto foi atropelado por um trem como diz o relatório (por mais estranho que isso possa acontecer, dadas as circustâncias em que o garoto foi encontrado). Ocorrem várias reviravoltas na vida de Liev e ele encontra outra criança morta em circustâncias parecidas… Aí que ele começa a desconfiar que há um serial killer livremente atuando no país.
Ah, vale dizer que o Tom Rob Smith usa do mesmo recurso do Markus Zusak, da Menina que roubava livros, o texto vai indo, fluindo e de repente abre espaço para
uma pausa dramática
e o interessante é que o recurso funciona, chama a atenção, parece que dá outra ênfase ao texto… Será que essa moda pega?

Y2G !

Publicado: janeiro 19, 2011 por leofilipealves em Diversos

 

Em Outubro/2010 aconteceu o Y2G na Presbi. O Y2G foi um festival de música cristã com diversas bandas convidadas que trouxeram seu som na Presbi. O festival é aberto para quem quiser participar e sua segunda edição ocorrerá em 2011.

Ouça um pouco das músicas!

Banda Redentor

Banda Água Viva

Gui e Du Ferreira


Leo Aragão

Banda Livre
– Tua Voz

– O Grande Gerente

– Paz